quarta-feira, 4 de abril de 2012

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A gente se vê por aí. Em uma estrada do México ou em um bar da Augusta. Amanhã ou daqui a duas décadas, tanto faz, a gente se vê por aí. Sem datas, sem falsas saudades e gentilezas, sem carências hipócritas, sem alarme estridente de celular. Só assim, entregue ao tempo, vento e aeroportos super-lotados. Entregue ao talvez, à vontade, ao instinto. Não me agenda, não me enquadra, nem me espera, me acha.
Não sou pra certezas.
Sofia

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